The little things
terça-feira, 17 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Dia do Amigo
Amigos
Vinicius de Moraes
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí, e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente, os que só desconfiam - ou talvez nunca vão saber - que são meus amigos!
Vinicius de Moraes
Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos. Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles.
A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências ...
A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. Eles não iriam acreditar.
Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure. E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente, construí, e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado.
Se todos eles morrerem, eu desabo!
Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles. E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar. Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo.
Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer ...
Se alguma coisa me consome e me envelhece é que a roda furiosa da vida não me permite ter sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos os meus amigos, e, principalmente, os que só desconfiam - ou talvez nunca vão saber - que são meus amigos!
A gente não faz amigos, reconhece-os.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Falando coisa com coisa.

Eu acho que as pessoas muitas vezes tiram conclusões precipitadas de várias coisas, acho que antes de falar bem ou mal, tem que conhecer e saber o que tá falando e não falar por falar. Muitas pessoas julgam sem ao menos conhecer ou saber o porque disso ou o porque daquilo, julgam pelo o que fazem e até mesmo pelo modo de se vestir, poisé, mas não dizem que todo mundo é igual, que nós somos todos "irmãos", então pra que isso? porque essa diferença toda? me pego me perguntando isso várias vezes.
Um exemplo, terça feira (29/06) eu tava no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo e tinha uns indianos da religião hindu, e eles tavam todos com vestimentas em cores "laranja, nude, branco" eles tavam esperando o avião para vir pra Porto Alegre e eu estava lá bem sentada e várias pessoas perto de mim comentavam "Ai o que que essa gente quer aqui", "Aposto que não tomam banho", "Porque não voltam pro pais deles", escutei várias coisas assim e fiquei pensando, porque as pessoas falam esse tipo de coisa medíocre bem dizer, pessoas que não sabem o que falam, juro que fiquei super assim ouvindo todas aquelas coisas, mais o que eu poderia fazer? é nada, tudo bem..Logo depois eu tava na fila, pronta pra entrar no avião, esperando..e eles tavam atrás de mim, eram 4 homens e tinha uma mulher na minha frente (gaucha de Cachoerinha) e eu tava conversando com ela, e daí eu perguntei "Bah, da onde será que eles são?" e daí um indiano falou "Nós somos da Índia, eu falo português fluente e entendo tudo o que você fala" e eu "Ba, que bacana.." e assim comecei a conversar com eles, só um falava português e o resto inglês e (como o meu inglês é FAIL, né. haha) o outro traduzia, e agente começou a conversar, eles estavam no Brasil pra trabalhar, conseguir dinheiro e ter uma vida aqui, isso o que eles me explicaram, falaram que adora o povo daqui, que se vestiam muito diferente, mais gostava muito do Brasil e contaram várias histórias e eu lá encantada escutando. Quando eles chegaram em Porto Alegre, estavam com uma placa escrita "Obrigada Brasil, por nos receberem de braços abertos" e cantavam e dançavam, com flores nos pescoços, tipo assim: Cultura.
Achei genial sabe, mais então isso é um exemplo, que as pessoas não podem ficar julgando as outras sem conhecerem, pois eu nunca tinha falado com um indiano pessoalmente e me encantei, pessoas simples, mas com uma grande cultura.
Antes de falarmos dos outros, temos que olhar pro nosso próprio rabinho, é isso ae. Todos nós temos diferenças e querendo ou não o outro tem que aceitar! Cada um tem sua vida e um estilo e todos tem que entender, acho que se uma pessoa é assim ou assado ninguem tem nada a ver com isso, cada um cuida do seu. Eras isso.
Tá dito!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Amanhã...apaixona-se

Porque o dia seguinte é o dia mais importante da sua vida.
É no dia seguinte que sabemos se o dia de ontem valeu a pena.
É no dia seguinte que acordamos para a realidade ou dormimos no sonho.
A vida da gente começa no dia seguinte e só existe uma maneira de viver: APAIXONADO.
Por isto dance, dance como se ninguém estivesse vendo você,
Trabalhe como se não precisasse de dinheiro,
Corra como se não houvesse a chegada,
Ame como se nunca tivesse sido magoado antes,
Acredite como se não houvesse frustração,
Grite como se ninguém estivesse ouvindo,
Beije como se fosse eterno,
Sorria como se não existissem lágrimas,
Abrace como se fossem todos amigos,
Durma como se não houvesse amanhã,
Crie como se não existisse crítica,
Vá como se não precisasse voltar,
Acorde como se você nunca mais fosse dormir de novo,
Faça a próxima viagem como se fosse a última,
Vista-se como se não conhecesse espelhos,
Proponha como se não existissem as recusas,
Brinque como se não tivesse crescido,
Levante como se não tivesse caído,
Case como se não houvesse outra,
Mergulhe como se não houvesse medo,
Ouça como se não existisse o certo ou errado,
Fale como se não existisse o certo ou errado,
Aprecie como se fosse eterno,
Viva como se não houvesse fim.
Prefira ser invés de ter,
Sentir invés de fingir,
Andar invés de parar,
Ver invés de esconder,
Abrir invés de fechar.
Apaixonar-se é um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, espere, regue e cuide. Terá um jardim. Mas esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excesso de chuvas. Se desistir, não terá um jardim. Terá um descampado.
A paixão não se vê, não se guarda, não se prende, não se controla, não se compra, não se vende, não se fabrica.
A paixão é a diferença entre o sucesso e o fracasso.
Entre a dúvida e a certeza.
Entre aqueles que gostam do que fazem e aqueles que fazem o que gostam.
Apaixonados não esperam, agem.
A paixão é o que faz coisas iguais serem diferentes.
Lembre-se que a arca de noé foi construída por apaixonados que nada conheciam de navegação e de embarcação e o Titanic foi feito por engenheiros profissionais, fabulosos, que queriam mostrar seu poder.
Amanhã, quando acordar, pense se hoje valeu a pena e APAIXONE-SE. Porque em 24 horas você vai entrar no dia mais importante da sua vida: o dia seguinte.
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